Amazônia

Além da Faria Lima: Jornada Amazônia gera sinergia entre inovação e sustentabilidade 

Ocupando quase 60% do território brasileiro (mais de 5 milhões de quilômetros quadrados), a Amazônia Legal reúne 9 Estados e 772 municípios. Para manter seu maior ativo, a floresta, em pé e gerar empregos, a região se apoia na bioeconomia, modelo de negócio de produção industrial baseado no uso de recursos biológicos aliados às novas tecnologias. 

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A Amazônia pode se desenvolver de forma sustentável 

Com investimento na bioeconomia que faça o uso consciente da floresta, é possível gerar emprego e renda, além de melhorar a qualidade de vida da população 

O bioma amazônico brasileiro cobre 5,2 milhões de quilômetros quadrados, em 775 municípios de nove estados. São aproximadamente 25 milhões de habitantes, numa região que responde por 8,7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. 

A força da economia da região Amazônica poderia ser mais proporcional a sua área, equivalente a 60% do território nacional. Rica em biomassa, diversidade e carbono, a região abriga mais de 40 mil espécies de plantas, 300 espécies de mamíferos e 1,3 mil espécies de aves, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICM-Bio). 

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Projeto piloto do PRAVALER é lançado no Amazonas 

Realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Embrapa, Sistema Florestal Brasileiro (SFB) e Agência de Cooperação Alemã (GIZ), o projeto foi criado a partir dos resultados das pesquisas desenvolvidas nos 10 anos do Projeto Biomas e vai mostrar ao produtor, na prática, como agregar sustentabilidade à produção. 

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Sociobioeconomia do Pará tem potencial para gerar mais de R$ 170 bilhões em renda em 2040 

A projeção está em um estudo inédito do PIB da cadeia produtiva da sociobioeconomia no estado do Pará 

Realizado pela The Nature Conservancy (TNC), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Natura, o estudo traz análises socioeconômicas inéditas sobre os impactos das cadeias produtivas da sociobiodiversidade no estado. 

Em 2019, o PIB gerado por essas cadeias foi de R$ 5,4 bilhões. O valor é quase três vezes maior do que o registrado pelas estatísticas oficiais do IBGE, que indicavam um valor bruto de produção de R$ 1,9 bilhão no mesmo ano, considerando apenas a produção rural, primeiro elo da cadeia produtiva. Além disso, estima-se que tenham gerado cerca de 224 mil empregos. 

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Amazônia e Cerrado são os biomas com maior variedade de produtos florestais, mostra IBGE 

Na Amazônia, o principal ganho econômico é obtido com o açaí, cujo valor de produção aumentou 398% em 10 anos 

A Amazônia e o Cerrado são os biomas com a maior variedade de produtos florestais não madeireiros no país, e a Amazônia é também aquele com maior valor econômico. É o que mostra o estudo Contas de Ecossistemas: Produtos Florestais Não Madeireiros, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa analisou a evolução física e monetária de produção em cada bioma do país, entre 2006 e 2016. 

O maior ganho econômico entre os produtos florestais analisados é obtido com o açaí, que sozinho teve 215,4 mil toneladas extraídas e rendeu R$ 514,2 milhões em 2016. O montante corresponde a 76% dos R$ 672,2 milhões do valor de todos os produtos extraídos no bioma. 

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Fiocruz e Mapa identificam cadeias de valor em plantas medicinais 

Empreendimentos de povos e comunidades tradicionais e de agricultores familiares representam uma alternativa potente para a inclusão produtiva, com geração de emprego e renda, impulsionando a competitividade para mercados diferenciados, pautados em valores como a equidade de gênero, nos conhecimentos e saberes tradicionais, na conservação e no uso sustentável da biodiversidade brasileira.  

A conclusão é do projeto ArticulaFito – Cadeias de Valor em Plantas Medicinais, iniciativa conjunta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que identificou 26 produtos oriundos de cadeias de valor em plantas medicinais, aromáticas, condimentares e alimentícias nos biomas Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado, nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do país. 

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Instituto de Engenharia lança Caderno Especial: Amazônia E Bioeconomia 

Webinar marca o lançamento do caderno especial “Amazônia e Bioeconomia”. Ele representa uma contribuição do Instituto de Engenharia à discussão sobre as oportunidades e desafios do Brasil na Bioeconomia, área em que já existem exemplos de sucesso, resultantes da cooperação entre instituições públicas, governos e iniciativa privada. O Brasil precisa imaginar, discutir e escolher que desenvolvimento quer e pode fazer acontecer na Amazônia e, esta é a motivação central do caderno especial. 

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Bioeconomia da Floresta 

A Conjuntura da Produção Florestal Não Madeireira no Brasil 

O conceito de bioeconomia vem sendo cada vez mais utilizado em todo o mundo. O Bioeconomy Council define o termo como sendo a produção baseada no conhecimento e uso de recursos naturais para fornecer produtos, processos e serviços dentro de um sistema de produção sustentável. Esse conceito envolve o manejo das florestas nativas, composto pela extração florestal madeireira e não madeireira, com objetivo de gerar produtos florestais de maneira sustentável.  

A produção florestal não madeireira, oriunda de florestas nativas, destaca-se no âmbito do conceito mundial de bioeconomia, especialmente, quanto à importância para as comunidades locais que fazem o manejo dos produtos não madeireiros da floresta. Essa produção é a base da economia de uma série de comunidades agroextrativistas e contribui para as economias regionais que, por sua vez, contribui para as economias nacionais e globais. 

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