Caatinga

Fiocruz e Mapa identificam cadeias de valor em plantas medicinais 

Empreendimentos de povos e comunidades tradicionais e de agricultores familiares representam uma alternativa potente para a inclusão produtiva, com geração de emprego e renda, impulsionando a competitividade para mercados diferenciados, pautados em valores como a equidade de gênero, nos conhecimentos e saberes tradicionais, na conservação e no uso sustentável da biodiversidade brasileira.  

A conclusão é do projeto ArticulaFito – Cadeias de Valor em Plantas Medicinais, iniciativa conjunta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que identificou 26 produtos oriundos de cadeias de valor em plantas medicinais, aromáticas, condimentares e alimentícias nos biomas Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado, nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do país. 

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Bioeconomia da Floresta 

A Conjuntura da Produção Florestal Não Madeireira no Brasil 

O conceito de bioeconomia vem sendo cada vez mais utilizado em todo o mundo. O Bioeconomy Council define o termo como sendo a produção baseada no conhecimento e uso de recursos naturais para fornecer produtos, processos e serviços dentro de um sistema de produção sustentável. Esse conceito envolve o manejo das florestas nativas, composto pela extração florestal madeireira e não madeireira, com objetivo de gerar produtos florestais de maneira sustentável.  

A produção florestal não madeireira, oriunda de florestas nativas, destaca-se no âmbito do conceito mundial de bioeconomia, especialmente, quanto à importância para as comunidades locais que fazem o manejo dos produtos não madeireiros da floresta. Essa produção é a base da economia de uma série de comunidades agroextrativistas e contribui para as economias regionais que, por sua vez, contribui para as economias nacionais e globais. 

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Caatinga: bioma exclusivamente brasileiro rico em biodiversidade 

O Brasil é um país de grandes proporções: ocupa 8.516.000 km² de extensão e abrange quase metade da América do Sul. Em toda sua extensão, abrange uma grande variedade de biodiversidade, sendo refletido em nossos biomas, a riqueza da flora e fauna existente em nosso país. 

No território brasileiro concentramos 6 biomas, cada um com suas características: a Floresta Amazônia, é a maior floresta tropical úmida; o Pantanal, é a maior planície de inundação; o Cerrado, é a savana mais rica do mundo; já a Caatinga, é a região semiárida mais biodiversa do planeta; os campos de Pampas impressionam com sua vegetação e estações do ano bem definidas; e a Mata Atlântica, é considerada um dos biomas mais ricos do planeta. Possuímos também um longo espaço marítimo, de 3.500.000 km², que inclui ecossistemas de recifes de corais, dunas, manguezais, lagoas, estuários e pântanos. 

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A Caatinga um verdadeiro caleidoscópio de oportunidades 

Caatinga celebra seu Dia Nacional dia 28 de abril 

Com um olhar no futuro nesse caleidoscópio de agronegócios, nas áreas banhadas pelos rios e pelas terras de sequeiro dependentes das chuvas com o imenso potencial mineral e de colheita da energia solar. Quais as conquistas, desafios e oportunidades dessa região que tem driblado os desafios da falta de água e se destaca em atividades econômicas, como na fruticultura, para se desenvolver economicamente. 

Dia 28 de abril é marcado pelo Dia Nacional da Caatinga, uma região que apesar de ser muito lembrada pela seca, tem se tornado destaque em vários segmentos da economia do Nordeste, em especial, pelo grande potencial da fruticultura. Mas ainda há grandes desafios e oportunidades para tornar esse enorme bioma, que estima-se ter quase 1 milhão de hectares de extensão, prosperar para além dessa atividade que se tornou peça-central da economia da região. 

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Licuri produzido na Bahia é destaque no IX Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga 

O licuri ganhou destaque nas pesquisas científicas. Dessa vez, o ‘coquinho do sertão’ e suas inúmeras potencialidades são apresentados na IX edição do Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga – Licuri: Ouro (Des)conhecido da Caatinga, que iniciou nesta terça-feira (27 de abril), com transmissão ao vivo pelo Canal do Núcleo de Bioprospecção da Caatinga – NBioCaat Caatinga, no Youtube. 

O evento, que seguiu até esta quarta-feira (28 de abril), teve como objetivo trazer o conhecimento e o uso de plantas medicinais do bioma Caatinga, em especial, o licuri, e contemplar a diversidade cultural, por meio do conhecimento tradicional, incentivar o saber científico e as possibilidades de práticas integrativas ao público geral. 

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The Traditional Brazilian cactus which could solve cropdrought 

Scientists have found that bacteria found in the mandacaru cactus can drastically improve the drought resistance of corn plants, making it a game-changer in Brazilian agriculture. 

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