Cerrado

Amazônia e Cerrado são os biomas com maior variedade de produtos florestais, mostra IBGE 

Na Amazônia, o principal ganho econômico é obtido com o açaí, cujo valor de produção aumentou 398% em 10 anos 

A Amazônia e o Cerrado são os biomas com a maior variedade de produtos florestais não madeireiros no país, e a Amazônia é também aquele com maior valor econômico. É o que mostra o estudo Contas de Ecossistemas: Produtos Florestais Não Madeireiros, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa analisou a evolução física e monetária de produção em cada bioma do país, entre 2006 e 2016. 

O maior ganho econômico entre os produtos florestais analisados é obtido com o açaí, que sozinho teve 215,4 mil toneladas extraídas e rendeu R$ 514,2 milhões em 2016. O montante corresponde a 76% dos R$ 672,2 milhões do valor de todos os produtos extraídos no bioma. 

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Fiocruz e Mapa identificam cadeias de valor em plantas medicinais 

Empreendimentos de povos e comunidades tradicionais e de agricultores familiares representam uma alternativa potente para a inclusão produtiva, com geração de emprego e renda, impulsionando a competitividade para mercados diferenciados, pautados em valores como a equidade de gênero, nos conhecimentos e saberes tradicionais, na conservação e no uso sustentável da biodiversidade brasileira.  

A conclusão é do projeto ArticulaFito – Cadeias de Valor em Plantas Medicinais, iniciativa conjunta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que identificou 26 produtos oriundos de cadeias de valor em plantas medicinais, aromáticas, condimentares e alimentícias nos biomas Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado, nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do país. 

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Bioeconomia da Floresta 

A Conjuntura da Produção Florestal Não Madeireira no Brasil 

O conceito de bioeconomia vem sendo cada vez mais utilizado em todo o mundo. O Bioeconomy Council define o termo como sendo a produção baseada no conhecimento e uso de recursos naturais para fornecer produtos, processos e serviços dentro de um sistema de produção sustentável. Esse conceito envolve o manejo das florestas nativas, composto pela extração florestal madeireira e não madeireira, com objetivo de gerar produtos florestais de maneira sustentável.  

A produção florestal não madeireira, oriunda de florestas nativas, destaca-se no âmbito do conceito mundial de bioeconomia, especialmente, quanto à importância para as comunidades locais que fazem o manejo dos produtos não madeireiros da floresta. Essa produção é a base da economia de uma série de comunidades agroextrativistas e contribui para as economias regionais que, por sua vez, contribui para as economias nacionais e globais. 

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Veja como foi o Dia da Indústria direto da COP26, em Glasgow 

Programação contou com a participação do presidente do Senado e especialistas para discutir energia limpa, mercado de carbono e economia circular 

O Dia da Indústria (9/11) foi celebrado com uma programação completa de debates sobre indústria e sustentabilidade direto da COP26, em Glasgow, e também no estúdio especialmente montado em Brasília para acompanhar as discussões sobre o futuro da agenda climática.  

“Vamos investir em um sistema de bioeconomia no cerrado brasileiro, para desenvolvimento de novas tecnologias. Nosso objetivo é ter hubs de inovação, ligados aos institutos, para que possam receber pesquisadores do mundo inteiro que queiram fazer essa troca de experiências. Esses são os nossos dois maiores objetivos: a chamada de inovação em aberto para fomento do hidrogênio verde e a construção de Distritos Internacionais de Inovação para a Biodiversidade.”, afirma o superintendente de Inovação do SENAI.    

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Bioeconomia dos produtos não madeireiros do cerrado: principais espécies abordadas na literatura 

O bioma Cerrado ocupa 23,92% do território brasileiro, garantindo a subsistência de populações humanas que aliam a produção de bens agrícolas à conservação das florestas por meio do agroextrativismo. Neste trabalho buscou-se levantar informações em portais de instituições governamentais e não governamentais do Brasil, bem como realizar uma revisão de literatura, com o objetivo de dar visibilidade à produção científica e às informações produzidas sobre o tema bioeconomia do Cerrado. 

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Semagro entrega equipamentos para pesquisas no convênio de Bioeconomia com a UFMS 

A Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) entregou diversos equipamentos à UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) que devem auxiliar pesquisadores dos institutos de Biociências e Química e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (Facfan) no desenvolvimento de projetos e ações do convênio Bioeconomia – novo paradigma de desenvolvimento para Mato Grosso do Sul. O convênio também tem a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Finep e apoia diversos projetos em Mato Grosso do Sul. 

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